25 anosConselho de bancoCEO e diretorGrupos familiaresFintechsESGAporteVenda
LUIZ CALADO
Governança · TrustBond
Governança executiva

Governança escrita por quem sentou nos dois lados da mesa.

A leitura do conselho de um lado e a execução do outro. O trabalho bom nasce do atrito entre os dois — não do manual, nem da desculpa.

Luiz Calado, conselheiro e consultor de governança — experiência como diretor e CEO
25
anos entre conselho, diretoria e presidência executiva
Banco
membro de conselho de banco de grande porte
CEO
e diretor de empresas — da operação ao colegiado
Aporte
preparação para aporte estratégico e para venda
Posicionamento

Sou economista pela USP, com PhD em sustentabilidade e passagem pela Universidade da Califórnia, Berkeley. Sentei no conselho de banco de grande porte. Fui diretor e CEO de empresas — inclusive na profissionalização de fintechs e em grupo familiar em transição. Fui consultor para organizações globais como CDP e WWF. 

Essa combinação importa por um motivo simples: eu já vi a pauta do conselho de um lado da mesa e a execução do outro. Governança escrita por quem nunca operou vira manual. Governança escrita só por quem opera vira desculpa. O trabalho bom nasce do atrito entre os dois.

O diferencial
01

Os dois lados da mesa

Fui membro de conselho de banco de grande porte. Fui diretor e CEO. Sei o que um colegiado precisa perguntar e o que a gestão tenta, com boa ou má-fé, não colocar na pauta. Essa leitura não se aprende em curso de conselheiro.

02

Conselho com cicatriz operacional

A pergunta certa muda quando quem pergunta já fechou folha, enfrentou sócio, regulador e meta. Eu faço essa pergunta.

Sobre

Economista, PhD, conselheiro e executivo. Há 25 anos trabalho no ponto em que decisão, capital e legado se encontram.

Na ANBIMA, liderei frentes de Educação do Investidor, Certificação e Sustentabilidade. Fui membro do conselho de banco de grande porte. Como diretor e CEO, profissionalizei operação, sentei com acionista e levei empresa até a decisão que o organograma não resolve — crescimento, crise, sucessão, capital. Também desenhei governança no BRAiN, atuei em fintechs (incluindo a direção no Mercado Bitcoin e a presidência executiva da Braziliex), presidi comitê de inovação tecnológica e passei por grupo familiar em transição executiva.

O fio é o mesmo: construir a estrutura que o sistema ainda não tinha pronta e fazê-la funcionar com gente real, incentivo real e consequência real.

Credenciais
  • Economista - USP
  • PhD · Post doc na UC Berkeley
  • CFP® · Planejar
  • Gestor ANBIMA (Educação, Certificação e Sustentabilidade)
  • Membro de conselho de banco de grande porte
  • CEO e diretor de empresas (fintech, grupo familiar e operação executiva)
  • Presidente de comitê de inovação
  • Consultor CDP e WWF
  • TrustBond · filantropia
  • Professor de MBA na FGV
Aporte & Venda

Ajudo a empresa a ficar pronta para receber investimentos. Levo para essa preparação o que aprendi no conselho de banco grande e na cadeira de CEO: o comprador e o investidor leem a governança como proxy da qualidade da gestão.Se o colegiado é frágil, o desconto vem nisso.

Pergunta

Você assume cadeira de conselheiro ou só faz consultoria?

As duas coisas existem em momentos diferentes. Já fui conselheiro de banco de grande porte e já fui CEO. Consultoria e cadeira não se misturam no mesmo cliente, no mesmo ciclo.

Contato

Conselho, aporte, venda ou sucessão — comece pela conversa.

contato@luizcalado.com.br